SOS Animais Santa Catarina

4 12 2008

Brigite Bardot

OBS: Brigite Bardot diz, que somente quem luta pelos animais é capaz de defender crianças e idosos.
“Jamais creia que os animais sofrem menos do que os humanos. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos.” (Dr. Louis J. Camuti).
“Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem… Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida.” – São Francisco de Assis.
Em que mundo você vive?
Tudo o que existe deve ser cuidado, o ar, a água, as plantas, os animais e os seres humanos. Você pode colocá-los na ordem de importância que desejar, mas não pode ignorar nenhum deles. Seria muito simplista pensarmos que nossa espécie poderia sobreviver se dedicássemos apenas aos seres humanos os nossos esforços e cuidados. Você sobreviveria com água e ar poluídos? E olhe que esses elementos nem vivos são. Não vivemos numa redoma de vidro. Quanto mais bem-estar distribuirmos, melhor será a nossa existência.
Quem ajuda os animais, ajuda os seres humanos.
As ONGs de proteção animal auxiliam o poder público no controle das zoonoses, ou seja, das doenças que os animais podem transmitir para os humanos, especialmente no caso dos domésticos. Fazem isso de uma forma humanitária, através de campanhas de vacinação e castração gratuitas ou a baixo custo, tratamento de animais doentes, entre outras ações. Com isso, crianças e adultos, especialmente os mais carentes, podem conviver com seus animais de forma saudável e segura.
Quem protege os animais, inibe a violência contra os seres humanos.
Diversos estudos comprovam que os indivíduos que praticam violência contra os animais, fatalmente irão cometer atos violentos contra seus semelhantes. As comunidades que punem essas atitudes ainda na raiz, na verdade estão criando mecanismos de proteção que darão bons frutos futuros.
Quem convive com os animais aprende os mais preciosos valores humanos.
Numa sociedade tão individualista, os animais são como um sopro de esperança. Com eles aprendemos sobre a solidariedade, o amor ao próximo, a tolerância, a celebração da vida e a simplicidade.
Quem tem o amor de um animal encontra forças para vencer as piores dores humanas.
Quem não conhece os famosos “doutores de quatro patas” que levam alegria às crianças nos hospitais e aos idosos nos asilos. Conforme o depoimento do Veterinário Luiz Scotti (ZH – Guia dos Mascotes de 23/08/07), “em contato com os bichos, as crianças ficam mais compreensivas e obedientes na hora da medicação”. Sabe-se também que a presença de um animal em casa tem o “poder” de reduzir a pressão sanguínea de pacientes hipertensos e estimular idosos para caminhadas e interações com outras pessoas. Crianças com dificuldades de relacionamento e problemas de aprendizagem também se beneficiam com a presença de animais.
Os animais ajudam os humanos nas tarefas diárias.
Quem não se emociona ao ver cães ajudando bombeiros em resgates? Quem não admira a ajuda que um cão-guia presta a seu amigo deficiente visual? Quem não aplaude um animal que pelo seu delicado olfato consegue encontrar drogas e tirá-las de circulação? E os animais recebem por tudo isso apenas alimentação, abrigo e carinho, nada mais. Não são exibicionistas ou vaidosos e nem competem com seus companheiros de forma desleal. Têm uma postura a ser copiada por qualquer humano – competente e ética.
Quando a mente não é pequena, o coração dos humanos se engrandece.
Quando optamos por ajudar animais, nada nos impede de também ajudar pessoas. Por que uma ação de solidariedade excluiria a outra? Quem ajuda animais normalmente também ajuda entidades que dedicam cuidados aos seres humanos. Essas pessoas já ampliaram sua visão sobre esse assunto e sabem que o bem-estar do planeta vai muito além de seus umbigos. Por isso, questione aquele que faz essa pergunta. A quem ele ajuda? Honre diariamente sua escolha e quando lhe fizerem essa pergunta responda com a calma e elegância própria daqueles que por convicção acreditam no que fazem.
Nosso carinho aos animais e aos amigos dos animais. Amar e respeitar TODOS os seres vivos é um dos muitos caminhos que levam à PAZ.

Por que não vão defender as crianças com fome?

RESPOSTA À PERGUNTA DE ALGUMAS PESSOAS
por Francisco José Papi

Questão interessante. Vamos ver se essa eu consigo responder de modo didático.
1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo: As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.
Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário, diria “Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?”, ou “Venham defender comigo as crianças com fome!”, ou “Não, obrigada, vou defender as crianças com fome”.
Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.
É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar, eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.
É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das pessoas Que Ajudam e o nome disso é “prepotência”.
2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as “crianças com fome”. Nem tampouco os “velhos”, os “doentes” ou os “despossuídos”. E sabe por quê?
Porque “crianças com fome” ou “velhos” ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa.
Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam “os velhos”, elas ajudam “os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês”.
Elas não ajudam “as crianças com fome”, elas ajudam “as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado”.

Elas não ajudam “os doentes”, elas ajudam o “Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes”.
Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as “crianças com fome” baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar.
Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.
Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.
Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.
Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua.
Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.
Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior.
Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as “crianças com fome” são as Pessoas Que Não Ajudam.
3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).
O fato de uma pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo “humanos versus animais”.
Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.
Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você “não curte”, elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco.
Então, como dizia meu avô, “muito ajuda quem não atrapalha”. Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de “crianças com fome”, se assim preferem os que não ajudam).
(este texto pode e deve ser reproduzido) Escrito em 13.04.2005

O Halem Guerra do Ecosul complementa:
Esta pergunta é típica de quem não faz nada por ninguém nem por causa alguma.
Como dizia o Barão de Itararé, “de onde menos se espera é que não sai nada mesmo”.

A Prefeitura de Itajaí (SC) registrou ontem a doação de 2.500 quilos de ração animal. Os produtos foram enviados por ONGs (organizações não governamentais) de todo o país, principalmente dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com dados da Defesa Civil, os alimentos estão sendo doados diretamente para a população mais afetada pelas enchentes.
A Aipra (Associação Itajaiense de Proteção aos Animais) contabiliza que cerca de 700 a mil cães, gatos e cavalos tenham morrido em Itajaí.
A Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrário de Santa Catarina) alertam a população a enterrar os animais em vez de jogá-los em rios em valas. A medida é para evitar um surto de contaminação.
Quem tiver ração para animais domesticados pode encaminhar para o Centreventos Itajaí, ou entrar em contato com a Aipra pelos telefones: 0/xx/47 9928-2222/9919-4769.
VAMOS MANDAR E -MAILS PEDINDO QUE TAMBÉM PENSEM NOS ANIMAIS.
http://www.defesacivil.sc.gov.br/index.php?option=com_contact&task=view&contact_id=1&Itemid=231
OUTRO E MAIL
E-mail: dedccodec@ssp.sc.gov.br
Protetores em condições de orientá-los:
As iluminadas pessoas abaixo relacionadas estão em contato com o Pedro, do GAE de Blumenau.
SP
Luciana – lu.olyver@hotmail.com
Renata – rhhespanhol@yahoo.com.br
Caroline – carol@procontabilconsultoria.com.br
Ércia – ercinha@uol.com.br
Andréa – andrea_rami18@hotmail.com
Fabiana – fabiana@mopibichos.com.br
Petunia – pethyy@ig.com.br
PR
Aline – alinezardo@yahoo.com.br
Tamara – tamara.colle@gmail.com
RS
GAE – Porto Alegre – gae.portoalegre@gmail.com
Diane (Passo Fundo) – jornalamigobicho@yahoo.com.br / amigobichopf@gmail.com
Tel. (54) 9188 3564 / 8402 5726
OBS: Se alguém tiver potinhos de sorvete ou algo semelhante em casa e que esteja sobrando, a Graciana pede a gentileza para que entrem em contato com ela, pois estão precisando bastante em SC para poder dar alimento e água aos animais.
“Graciana” <graciana@cfcomunicacao.com.br>
Anúncios

Ações

Information




%d blogueiros gostam disto: